Este 4ºcapitulo da Família em Rede pareceu-me mais suave em termos comparativos com os anteriores capítulos, talvez seja devido á sua reduzida dimensão em comparação com os anteriores ou talvez seja por eu já estar a espera de uma determinada atitude do autor face a uma determinada situação, como por exemplo no problema levantado pelos perigos na Internet, no que é referido de sites pornográficos, como é óbvio é escusado colocar hiperligações porque realmente é algo extremamente fácil de encontrar enquanto se pesquisa na Internet, mas também no que se refere á entrada de estranhos nas nossas casas através do computador, pessoalmente já passei por isso mas falarei sobre isso mais á frente, mas resumidamente este capitulo centra-se em quatro partes que estão interligadas em todas as acções que fazemos, ou deveríamos fazer, sempre que estamos num computador ou a ensinar alguém alguma funcionalidade nele.
Os quatro pontos fortes são a honestidade, o respeito, o materialismo e o nosso relacionamento com a Internet, embora este esteja englobado nos restantes penso ser suficientemente importante para merecer um destaque, pelo menos no distinguir das ideias deste capítulo.
Destas quatro ideias, aquela que mais me marcou foi o respeito, pois a frase que existe a meio do capítulo deixou-me efectivamente a pensar, e a frase, para não plagiar, resume-se á ideia de que a Educação sempre que ensina esta a retirar a imaginação as crianças, sendo que isto é aquilo que lhes vai compelir a experimentar coisas novas, vai impulsioná-las para prosseguírem na busca de conhecimento, isto quer dizer, por aquilo que entendi e começo lentamente a estruturar no meu pensamento, que a escola molda as crianças logo a sua nascença, quando lhes ensina aquilo que deveria ensinar esta efectivamente a moldar uma geração de futuros adultos para serem iguais na sua maioria em termos ideias e comportamentais, agora isto com toda a sua complexidade e desigualdade regional, assim como a sua individualidade, sei que isto poderá parecer extremista mas não deixa de ser uma dúvida pertinente para mim, se efectivamente estará nas mãos dos adultos moldarem assim tanto as mentes dos jovens futuros do nosso país, e o pior, se efectivamente o estão a fazer de uma forma correcta!
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