Devido ao feddback recebido a informar ainda da minha pertinência em realizar post grandes, este post é a continuação do anterior, em que a minha opinião é mais focada que a do autor, enfim, em que realizo uma reflexão.
Aquilo que eu entendo por respeito centra-se na minha vivência como ser individual, por exemplo, aquilo que não gosto que façam muitas vezes designo de “falta de respeito”. Isto não é correcto da minha parte nem de mais ninguém, porque o respeito é mesmo uma base fulcral para qualquer entendimento e bom relacionamento entre as pessoas, e nesta parte perco também a tão aprazível honestidade com as pessoas que tento estabelecer uma ligação, mesmo que seja momentânea, e isto passa-se segundo Papert também no ensino, pois as crianças facilmente farão aquilo que fazemos ao invés daquilo que dizemos e se o realmente fizerem aquilo que dizemos ainda é pior, porque estaremos a criar futuros cínicos.
No entanto qualquer criança deveria ter um acesso aos computadores no seu ponto de vista, e até privilegiado sobre os pais, e neste caso isto é uma falha para mim, as crianças deveriam ter um acesso moderado e jamais privilegiado sobre os adultos sejam quais forem as circunstâncias, porque um adulto por menos dotado que seja em termos computacionais não deixa jamais uma criança entrar em páginas que não lhe sejam apropriadas, embora admita que em casos como os meus, em que não existia uma “cultura computacional” no seu seio familiar ou habitacional, deve ser privilegiado porque não existe esse interesse colectivo, mas se existir não deveria ser favorecido.
Isto ressalta um outro aspecto importante como a existência de computadores, isto parece cómico mas com a crise que supostamente o nosso país possui, não conheço ninguém que não tenha no mínimo um computador em casa, compreendo que seja um bem essencial para o nosso presente e para o futuro quem sabe se quase tudo não dependerão deles, mas quando Papert refere que em certos locais as pessoas que possuem computadores e os restantes não, e que o que possui o computador deveria ajudar os outros deixa-me com um certo sorriso cínico nos lábios, não porque não existam locais assim ou porque não concorde com o seu raciocínio porque concordo plenamente, mas porque será que existia a necessidade de existirem zonas assim, quando são gastos inúmeros números redondos á direita para tantas inutilidades públicas, mas segundo “eles”, exuberantes utilidades mas que no fundo são politicas e não públicas.
3 comentários:
Luís,
Boa anoite. Estou em fase de leitura e análise das reflexões feitas pelos estudantes nos seus blogues. A base desta reflexão é o livro do Papert "A família em rede", mas deveria ser relacionada com outros temas, assuntos ou acontecimentos. O que li do seu blogue é uma descrição pessoal dos capítulos. A descrição está fiel ao que é dito em cada capítulo, não deixando de ser uma interpretação do que Papert refere. Penso que deveria fazer posts mais curtos e se possível mais densos... Mas acho que está a fazer um esforço de leitura e de escrita que me parece de louvar.
Até breve
Guilhermina Miranda
Já agora... Gostei da sonata e não perturba porque é instrumental. Caso tivesse palavras e eu as entendesse interferiria com o que estava a ler e preturbaria a comprensão
Guilhermina Miranda
Nos comentários anteriores queria escrever: "Boa noite" e "perturbaria"...
Guilhermina Miranda
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