Começando pelo que no post anterior eu referi, este 3capítulo do livro de Papert possui ideias muito fortes em relação ao ensino e a forma como é ensinado.
Tenho de admitir que neste capítulo cheguei a marcar folhas porque tem exemplos e ideias muito fortes que penso mais tarde usar se forem necessárias, como por exemplo logo no inicio do capítulo ele criticar e atribuir uma conotação negativa no que se refere a qualidade das lojas de computadores ou de venda de material informático, e neste campo acho que podemos facilmente pensar na grande maioria das bibliotecas das escolas secundárias, pelo menos na minha, a minha biblioteca do secundário era um espaço muito elementar para alguns interesses que nós por vezes tínhamos o que resultava na procura em outras escolas, isto acarretou algumas consequências benéficas, que Papert refere como “aprendizagem do estilo familiar”, é uma aprendizagem que é feita de modo natural, sem existiram intermédios durante o seu processo de aquisição da informação e ela ocorre num período natural e não predeterminado ao inverso de no caso da, também referida, “aprendizagem do tipo escolar”.
Neste capítulo do livro quando é referido o construtivismo como um método de aprendizagem que é auto dirigido, cujo principal propulsor foi Piaget, e Papert refere-se aos três tipos de abordagem que poderão existir sobre a forma de aprendizagem veiculada por jogos de vídeo, uma das formas mais elementares e que mais existe, penso eu, é a abordagem instrucionista.
Isto é basicamente uma aprendizagem de um modo simples, algo que é instruído á criança, que lhe é dada para fazer e que ela após resolver um problema passa para o seguinte, é um método que não possui uma profundidade de conhecimento, fica focado na superficialidade dos conhecimentos que a criança já possui enquanto que uma abordagem construcionista seria a realização do próprio jogo para ser aplicado no desenvolvimento das aprendizagens, e com esta abordagem iriam ser minimizados inúmeros problemas que por vezes surgem da utilização de jogos de vídeo virados para a educação, e digo virados porque a sua finalidade na generalidade não é ensinar muito mas sim ganhar muito com esse jogo em termos financeiros, regressando aos problemas, estes jogos terminam numa criação de estagnação do desenvolvimento no que se refere á sua consciencialização da sua mente, como ela funciona, como ela é desenvolvida e isto só é possível com uma interacção, neste caso como Papert expõe, entre a criança e o computador assim como o jogo que ela esta a utilizar.
Por fim temos a abordagem do aprender sobre a aprendizagem, aqui nesta abordagem consiste em apreender realmente as estratégias por parte de quem as usa, ou seja, por parte das crianças e assim poder formular estratégias conjuntas de desenvolvimento de jogos.
Com a leitura deste capítulo surgiram-me algumas questões que procurei responder a mim mesmo, partilhando já agora as minhas dúvidas e partilhando também as minhas respostas ás minhas próprias perguntas.
As minhas questões prendem-se com o facto de isto não poder formar uma criança isolada, que vê o mundo por uma janela que ela escolhe, não interagindo fisicamente com o mundo exterior e estando, portanto, protegida daquilo que mais tarde terá de enfrentar pois não pode fechar a página do mundo que não quer e navegar para outra?
Vou responder num outro post, porque já reparei que a Professora Joana Viana não é muito adepta de grandes posts...
Tenho de admitir que neste capítulo cheguei a marcar folhas porque tem exemplos e ideias muito fortes que penso mais tarde usar se forem necessárias, como por exemplo logo no inicio do capítulo ele criticar e atribuir uma conotação negativa no que se refere a qualidade das lojas de computadores ou de venda de material informático, e neste campo acho que podemos facilmente pensar na grande maioria das bibliotecas das escolas secundárias, pelo menos na minha, a minha biblioteca do secundário era um espaço muito elementar para alguns interesses que nós por vezes tínhamos o que resultava na procura em outras escolas, isto acarretou algumas consequências benéficas, que Papert refere como “aprendizagem do estilo familiar”, é uma aprendizagem que é feita de modo natural, sem existiram intermédios durante o seu processo de aquisição da informação e ela ocorre num período natural e não predeterminado ao inverso de no caso da, também referida, “aprendizagem do tipo escolar”.
Neste capítulo do livro quando é referido o construtivismo como um método de aprendizagem que é auto dirigido, cujo principal propulsor foi Piaget, e Papert refere-se aos três tipos de abordagem que poderão existir sobre a forma de aprendizagem veiculada por jogos de vídeo, uma das formas mais elementares e que mais existe, penso eu, é a abordagem instrucionista.
Isto é basicamente uma aprendizagem de um modo simples, algo que é instruído á criança, que lhe é dada para fazer e que ela após resolver um problema passa para o seguinte, é um método que não possui uma profundidade de conhecimento, fica focado na superficialidade dos conhecimentos que a criança já possui enquanto que uma abordagem construcionista seria a realização do próprio jogo para ser aplicado no desenvolvimento das aprendizagens, e com esta abordagem iriam ser minimizados inúmeros problemas que por vezes surgem da utilização de jogos de vídeo virados para a educação, e digo virados porque a sua finalidade na generalidade não é ensinar muito mas sim ganhar muito com esse jogo em termos financeiros, regressando aos problemas, estes jogos terminam numa criação de estagnação do desenvolvimento no que se refere á sua consciencialização da sua mente, como ela funciona, como ela é desenvolvida e isto só é possível com uma interacção, neste caso como Papert expõe, entre a criança e o computador assim como o jogo que ela esta a utilizar.
Por fim temos a abordagem do aprender sobre a aprendizagem, aqui nesta abordagem consiste em apreender realmente as estratégias por parte de quem as usa, ou seja, por parte das crianças e assim poder formular estratégias conjuntas de desenvolvimento de jogos.
Com a leitura deste capítulo surgiram-me algumas questões que procurei responder a mim mesmo, partilhando já agora as minhas dúvidas e partilhando também as minhas respostas ás minhas próprias perguntas.
As minhas questões prendem-se com o facto de isto não poder formar uma criança isolada, que vê o mundo por uma janela que ela escolhe, não interagindo fisicamente com o mundo exterior e estando, portanto, protegida daquilo que mais tarde terá de enfrentar pois não pode fechar a página do mundo que não quer e navegar para outra?
Vou responder num outro post, porque já reparei que a Professora Joana Viana não é muito adepta de grandes posts...
1 comentário:
Luís Parabéns pelo seu blog, os seus posts, as suas reflexões, as suas opiniões e pontos de vista!
Gosto particularmente do uso que faz do hipertexto, semelhante ao livro do Papert.
Tal como referiu eu sugeria que alguns posts fossem mais curtos, organizando-os em mais entradas para não serem tão longos!
Continue o bom trabalho!
Joana Viana
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