O sétimo capitulo deu-me um certo gozo, para não dizer mesmo um enorme prazer, em ver que Papert afinal é uma pessoa consciente, não estou a dizer que o imaginava maluco ou algo semelhante, mas já duvidava das suas capacidades de interligação utópica mental a uma realidade física, ou seja, as suas ideias que não pareciam ligadas a nada de tão concreto como queriam parecer, parecia que estava a forçar a sua ideia, mas aqui Papert admite que as suas ideias por vezes são irracionais e que contradizem a realidade e é isto que retenho neste capitulo.
Em relação ao oitavo capitulo as suas ideias maravilhosas de trocar bonecos de "bits" por bonecos de plástico revoltam-me, pois para mim posições extremistas e fundamentalistas só levam á desgraça que o mundo esta, mas embora saiba que esta não é bem a sua posição (extremista), rejeito a pulmões que isto algum dia suceda, e jamais o meu filho vai deixar de brincar, fundamentalmente, com brinquedos reais, também não desprendo a ideia que ambos devem ser usados, mas jamais sobressaltando a parte virtual.
Não existe nada melhor para mim que passear ao ar livre, sujar-me, molhar-me, errar a sério e magoar-me que ficar sentado no conforto, ou não, da minha casa, da minha cadeira, sofá, cama, onde for, e explorar o mundo virtual, talvez seja antiquado mas sou assim e estou plenamente aberto a novas ideias mas desta minha utopia ninguém me retira, assim como a Papert ninguém as suas.
Em relação ao oitavo capitulo as suas ideias maravilhosas de trocar bonecos de "bits" por bonecos de plástico revoltam-me, pois para mim posições extremistas e fundamentalistas só levam á desgraça que o mundo esta, mas embora saiba que esta não é bem a sua posição (extremista), rejeito a pulmões que isto algum dia suceda, e jamais o meu filho vai deixar de brincar, fundamentalmente, com brinquedos reais, também não desprendo a ideia que ambos devem ser usados, mas jamais sobressaltando a parte virtual.
Não existe nada melhor para mim que passear ao ar livre, sujar-me, molhar-me, errar a sério e magoar-me que ficar sentado no conforto, ou não, da minha casa, da minha cadeira, sofá, cama, onde for, e explorar o mundo virtual, talvez seja antiquado mas sou assim e estou plenamente aberto a novas ideias mas desta minha utopia ninguém me retira, assim como a Papert ninguém as suas.
Sem comentários:
Enviar um comentário