Venho tarde mas mais vale tarde que nunca, a minha opinião sobre a conferência é de alguma revolta, pois revoltou-me tanto a falta de "terra a terra" com o que o Prof falou das tecnologias, permitam-me fazer aqui a analogia com o Papert, que segundo já estou saturado de transmitir, vive numa utopia de salvação em redor das tecnologias, contudo tam
bém devo aqui salientar a fluência com que o mesmo transmitiu as suas ideias, pois embora não concorde com a "queda do E", com a ajuda preciosa que as tecnologias fornecem na progressão de uma melhoria para a educação sou perfeitamente capaz de assimilar que isso ajuda.
O que revoltou-me mesmo a sério, para alem do anteriormente referido, foi a forma como toda a conferencia foi "levada", sei que "cada um vende o seu peixe", mas as tecnologias somente ajudam quem realmente precisa se existirem pessoas por deras dos monitores capazes de as ajudar, e ai reside a maior das falhas em qualquer sector da educação, falta quase sempre alguém perfeitamente capaz de realizar o seu trabalho, existe sempre alguém que "desenrasca" tudo e não urge a necessidade de possuir alguém perfeitamente qualificado, e isto passa-se muito na educação, quer por não existir motivação, uma causa, uma razão interior que deveria impelir as pessoas a realizarem o melhor que pudessem as suas funções e existe aqui uma enorme falha, e nesta conferência não me parece que faltou motivação interior, mas parecem-me ser conotações excessivamente fortes para serem atribuídas a maquina, elas não nos salvam a menos que exista alguém por detrás delas a salvar-lhes também.
bém devo aqui salientar a fluência com que o mesmo transmitiu as suas ideias, pois embora não concorde com a "queda do E", com a ajuda preciosa que as tecnologias fornecem na progressão de uma melhoria para a educação sou perfeitamente capaz de assimilar que isso ajuda.O que revoltou-me mesmo a sério, para alem do anteriormente referido, foi a forma como toda a conferencia foi "levada", sei que "cada um vende o seu peixe", mas as tecnologias somente ajudam quem realmente precisa se existirem pessoas por deras dos monitores capazes de as ajudar, e ai reside a maior das falhas em qualquer sector da educação, falta quase sempre alguém perfeitamente capaz de realizar o seu trabalho, existe sempre alguém que "desenrasca" tudo e não urge a necessidade de possuir alguém perfeitamente qualificado, e isto passa-se muito na educação, quer por não existir motivação, uma causa, uma razão interior que deveria impelir as pessoas a realizarem o melhor que pudessem as suas funções e existe aqui uma enorme falha, e nesta conferência não me parece que faltou motivação interior, mas parecem-me ser conotações excessivamente fortes para serem atribuídas a maquina, elas não nos salvam a menos que exista alguém por detrás delas a salvar-lhes também.
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